Pular para o conteúdo
Voltar

Representantes da Nigéria visitam Seaf em busca de acordo de cooperação

No encontro foi tratado a possibilidade de haver acordos de cooperação mútua envolvendo o governador nigeriano Oluwaseyi Makinde e o Governo do Estado, através do secretário Silvano Amaral
Luciana Cury | Seaf-MT

Reunião com representantes da Nigéria foi realizado na sede da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), no Centro Político Administrativo. - Foto por: Lucas Diego-Seaf
Reunião com representantes da Nigéria foi realizado na sede da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), no Centro Político Administrativo.
A | A

Com o objetivo de estreitar as relações entre Mato Grosso e a Nigéria, o secretário de Estado de Agricultura Familiar, Silvano Amaral, recebeu na manhã desta quinta-feira (11.02) representantes do estado nigeriano de Oyó.  

No encontro, realizado na sede da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), no Centro Político Administrativo, foi tratado a possibilidade de haver acordos de cooperação mútua envolvendo o governador nigeriano Oluwaseyi Makinde e o Governo do Estado, através do secretário Silvano Amaral.

Segundo a presidente da Câmara de Comércio Brasil África, Silvana Saraiva, o estado de Oyó quer se espelhar em Mato Grosso. “Oyó pretende investir na pecuária e na agricultura utilizando uma área de 350 mil hectares. Mas antes quer aprender que tipos de tecnologias e produtos Mato Grosso trabalha, porque o clima daqui é parecido com o de lá, além do estado mato-grossense ser referência em produção agropecuária, o que já nos ajudaria a saber o que dá certo aqui e que daria certo lá”, explica Silvana Saraiva.

O Estado de Oyó possui sete milhões de habitantes e a economia local é movimentada pelo comércio de petróleo.

Para o secretário Silvano Amaral, Mato Grosso com sua potencialidade no agronegócio pode sim ajudar Oyó a produzir mais alimentos nas áreas propícias para este fim. “Não tenho dúvidas de que podemos ajudá-los a ser tornar um estado como o nosso, com forte potencial agrícola”, comenta Amaral.